# Cold Case: Registrese para Asesinar ## Informações Gerais - **Ano de Publicação**: 2026 - **Nota BGG**: — - **Rank BGG**: — - **Jogadores**: 1-4 - **Duração**: — - **Complexidade (Weight)**: — - **Editoras**: ThinkFun - **Categorias**: Dedução, Mistério / Crime - **Mecânicas**: Dedução, Jogo Cooperativo, Jogo Solo ## Veredito Para quem ama ser detetive por uma noite: um caso realista que exige atenção aos detalhes e trabalho em equipe.Imersão total em um caso criminalMaterial de investigação autênticoSistema cooperativo bem ajustadoReplay único (mas memorável)Só jogável uma vez (caso linear)Exige grupo comprometidoRECOMENDADO ## Descrição Em *Cold Case: Registrese para Asesinar*, você e seus amigos (ou só você mesmo, se preferir) viram detetives de verdade investigando o misterioso assassinato de Bill Tempelton em 1994. O cara foi encontrado com seis tiros num quarto de hotel — e até hoje ninguém sabe quem fez isso. O jogo te joga de cabeça no caso, com documentos reais, pistas e até áudios pra você analisar. É cooperativo, então todo mundo trabalha junto pra desvendar o crime. Se você curte histórias de mistério, vai pirar na imersão. E o melhor: quando achar que resolveu, pode checar online pra ver se acertou — sem spoilers! Dá pra jogar sozinho ou com até 4 investigadores. Prepare o café e as anotações, porque esse caso vai exigir sua mente mais afiada. ## Perguntas Frequentes (FAQ) ### Quantas vezes dá pra jogar? Só uma — é um caso único. Depois de resolver, você sabe o culpado. Mas a experiência vale a pena! ### Precisa de app ou internet? Só pra verificar a resposta final. Todo o jogo é analógico, com documentos físicos. ### É assustador? Tem tema de assassinato, mas nada gráfico. É mais investigação do que terror. ### Funciona bem solo? Sim! A experiência solo é tão boa quanto em grupo, só exige mais multitarefa. ### Qual a dificuldade? Médio — algumas pistas são sutis, mas nada impossível. Vale discutir em grupo! ### Tem componentes frágeis? Documentos são resistentes, mas evite café em cima das pistas. Nada substitui provas!