—
nota
Ludopedia
5.5
nota
BGG
Nosso Veredicto
Ideal para quem ama jogos físicos e quer algo visualmente diferente na mesa. O uso de ímãs para simular gravidade é genial!
Pontos positivos
- Mecânica de estilingue gravitacional inovadora
- Customização dos planetas com massa
- Partidas rápidas e dinâmicas
- Componentes táteis e divertidos
Pontos de atenção
- Depende muito de coordenação motora
- Pode exigir ajustes de precisão
PARA FÃS DO GÊNERO
Manual de regras ainda não indexado
Envie o PDF do manual para fazer perguntas sobre regras deste jogo com IA.
Imagine que o campo gravitacional do universo resolveu dar um tilt e a Terra está em perigo. Para salvar a situação, você e seus colegas pesquisadores precisam lançar satélites para coletar dados vitais de planetas vizinhos. Mas não pense que é só apertar um botão; em Back to the Earth, a ciência encontra a habilidade manual em um jogo de destreza bem inusitado. O tabuleiro é composto por folhas de papel colocadas dentro de um saco plástico, criando um cenário onde as órbitas planetárias são definidas. O toque especial? Você mesmo personaliza a galáxia preenchendo hemisférios de plástico com massa colorida para criar seus próprios planetas.
A jogabilidade é pura tensão e precisão. Cada planeta possui uma tira magnética na base, e o seu objetivo é disparar uma bolinha de aço (seu satélite) através de um canal de madeira (o foguete). A meta é fazer a bolinha viajar, orbitar o planeta alvo usando a famosa manobra de 'estilingue gravitacional' e, com sorte e mira, retornar à Terra com as informações necessárias. Se você conseguir realizar essa trajetória perfeita, finca sua bandeira no planeta e soma pontos de vitória. É aquele tipo de jogo onde a física trabalha a seu favor (ou contra você), transformando a mesa em um laboratório espacial. Quem conseguir a maior pontuação ao final da missão é coroado o mestre da astrofísica da rodada. É rápido, visualmente curioso e perfeito para quem gosta de jogos que fogem do padrão de 'rolar dados e mover peões', focando totalmente na coordenação motora e no timing do lançamento.
A jogabilidade é pura tensão e precisão. Cada planeta possui uma tira magnética na base, e o seu objetivo é disparar uma bolinha de aço (seu satélite) através de um canal de madeira (o foguete). A meta é fazer a bolinha viajar, orbitar o planeta alvo usando a famosa manobra de 'estilingue gravitacional' e, com sorte e mira, retornar à Terra com as informações necessárias. Se você conseguir realizar essa trajetória perfeita, finca sua bandeira no planeta e soma pontos de vitória. É aquele tipo de jogo onde a física trabalha a seu favor (ou contra você), transformando a mesa em um laboratório espacial. Quem conseguir a maior pontuação ao final da missão é coroado o mestre da astrofísica da rodada. É rápido, visualmente curioso e perfeito para quem gosta de jogos que fogem do padrão de 'rolar dados e mover peões', focando totalmente na coordenação motora e no timing do lançamento.
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Famílias
Editora
S.T.E.L.L.A.B.
Designer
(Uncredited)
Ilustrador
Minosumisu (みのすみす)
O jogo é difícil de aprender?
Super simples! O objetivo é claro: lançar a bolinha, orbitar o planeta e voltar para a Terra. A dificuldade não está nas regras, mas na mira!
Quanto tempo dura uma partida?
É bem rapidinho, entre 15 e 20 minutos, o que o torna ótimo para um filler entre jogos mais longos.
Quantas pessoas podem jogar?
O jogo foi feito para grupos de 3 a 4 jogadores.
O que vem na caixa?
Você encontrará o canal de lançamento de madeira, bolinhas de aço, massa colorida para os planetas e as folhas do tabuleiro.
É indicado para crianças?
Sim, por ser um jogo de destreza e ter a parte de moldar os planetas, costuma agradar muito o público infantil, desde que haja supervisão com as bolinhas de aço.