—
nota
Ludopedia
7.3
nota
BGG
Nosso Veredicto
O upgrade essencial para quem quer novos desafios geográficos e estratégicos no trilho.
Pontos positivos
- Novos mapas desafiadores
- Bônus de longa distância
- Rejogabilidade aumentada
- Dinâmica de empresas renovada
Pontos de atenção
- Exige o jogo base
- Terreno australiano é punitivo
RECOMENDADO
Manual de regras ainda não indexado
Envie o PDF do manual para fazer perguntas sobre regras deste jogo com IA.
Se você já é fã de Ride the Rails e sente que o mundo é pequeno demais para suas locomotivas, prepare-se para expandir seus horizontes (literalmente!). Esta expansão traz um tabuleiro duplo que vai te levar para duas experiências completamente diferentes: a Austrália e o Canadá.
Na Austrália, o desafio é bruto. O terreno é acidentado e pode dificultar bastante a sua capacidade de construção, mas não se deixe enganar: existem hexágonos de longa distância que permitem conectar cidades bem afastadas. Se você conseguir dominar esses saltos, os bônus que eles oferecem são simplesmente massivos! É para quem gosta de planejar rotas ousadas e arriscar em terrenos difíceis.
Já no Canadá, a pegada é outra. Você vai encontrar diversos agrupamentos de cidades que esperam para serem conectados. Um detalhe de mestre: Toronto é o ponto de interesse aqui; qualquer companhia ferroviária que conseguir estabelecer uma conexão lá garante um bônus especial. É o tipo de lugar onde você quer estar para ganhar vantagem competitiva.
Além dos novos mapas, a expansão renova a forma como as seis companhias ferroviárias entram na partida, trazendo um frescor necessário para quem já conhece bem o jogo base. Mas ó, um aviso de amigo: não adianta comprar essa expansão se você não tiver o Ride the Rails original em casa, beleza? Ela é um complemento, não um jogo independente. Se você busca novos desafios estratégicos e quer testar sua habilidade de gestão de rotas em cenários distintos, essa expansão é o upgrade perfeito para sua coleção ferroviária!
Na Austrália, o desafio é bruto. O terreno é acidentado e pode dificultar bastante a sua capacidade de construção, mas não se deixe enganar: existem hexágonos de longa distância que permitem conectar cidades bem afastadas. Se você conseguir dominar esses saltos, os bônus que eles oferecem são simplesmente massivos! É para quem gosta de planejar rotas ousadas e arriscar em terrenos difíceis.
Já no Canadá, a pegada é outra. Você vai encontrar diversos agrupamentos de cidades que esperam para serem conectados. Um detalhe de mestre: Toronto é o ponto de interesse aqui; qualquer companhia ferroviária que conseguir estabelecer uma conexão lá garante um bônus especial. É o tipo de lugar onde você quer estar para ganhar vantagem competitiva.
Além dos novos mapas, a expansão renova a forma como as seis companhias ferroviárias entram na partida, trazendo um frescor necessário para quem já conhece bem o jogo base. Mas ó, um aviso de amigo: não adianta comprar essa expansão se você não tiver o Ride the Rails original em casa, beleza? Ela é um complemento, não um jogo independente. Se você busca novos desafios estratégicos e quer testar sua habilidade de gestão de rotas em cenários distintos, essa expansão é o upgrade perfeito para sua coleção ferroviária!
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Mecânicas
Categorias
Famílias
Editora
Capstone Games
Designer
John Bohrer
Ilustrador
Ian O'Toole
Eu posso jogar apenas com essa expansão?
Não, você precisa obrigatoriamente do jogo base Ride the Rails para conseguir jogar.
O jogo fica mais difícil com esses novos mapas?
Sim, especialmente na Austrália, onde o terreno pode dificultar a construção de rotas.
Quantas pessoas podem jogar?
A expansão mantém o suporte para 3 a 5 jogadores, assim como o original.
Quanto tempo dura uma partida?
Espere algo em torno de 60 minutos, mantendo o ritmo ágil do jogo base.
Para quem você recomenda?
Para quem já domina o jogo base e quer novos cenários e estratégias sem mudar radicalmente o estilo de jogo.
Precisa saber inglês?
A dependência de idioma é moderada, mas é bom conferir se os componentes ou cartas precisam de tradução.