The Crusades: Western Invasions of the Holy Land 1097-1191 A.D.

SPI (Simulations Publications, Inc.) · Jogo de tabuleiro · 1978
— Ludopedia 6.3 BGG 2–8 · melhor 2, 8 240 min Peso 2.9/5
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— nota Ludopedia
6.3 nota BGG
Nosso Veredicto
PARA FÃS DO GÊNERO

Um clássico absoluto para quem ama wargames de simulação histórica profunda. A experiência é densa, exigindo planejamento rigoroso com ordens escritas e uma boa dose de estratégia política. É perfeito para quem busca um desafio de longa duração onde cada movimento e cerco contam muito. Se você gosta de sentir o peso da história e não se importa com mecânicas de uma era dourada, este jogo vai te entregar uma imersão incrível.

Pontos positivos
  • Simulação histórica extremamente detalhada
  • Sistema de ordens escritas imersivo
  • Dinâmica política cooperativa-competitiva
  • Escopo geográfico e histórico vasto
Pontos de atenção
  • Partidas extremamente longas e densas
  • Complexidade elevada para iniciantes
  • Mecânicas de jogo datadas
Manual de regras ainda não indexado Envie o PDF do manual para fazer perguntas sobre regras deste jogo com IA.

Sobre o jogo

O que você faz numa partida

Se você é fã de wargames clássicos que respiram história, 'The Crusades: Western Invasions of the Holy Land 1097-1191 A.D.' é uma peça de museu que merece sua atenção. Lançado originalmente pela SPI e na lendária revista Strategy & Tactics, este título coloca você no centro das Primeira e Terceira Cruzadas. É um jogo de nível estratégico que não economiza na complexidade, exigindo que os jogadores escrevam suas ordens antecipadamente — uma mecânica que garante uma experiência densa, longa e muito tática.

O jogo brilha pela ambientação. Você não está apenas movendo peças em um mapa hexagonal; você está lidando com líderes históricos, eventos aleatórios como pragas e traições, e até intervenções diplomáticas de potências como Bizâncio e Armênia. O cenário da Primeira Cruzada é especialmente interessante: ele cria uma dinâmica onde os jogadores precisam cooperar para que o objetivo coletivo seja alcançado, mas não podem esquecer de seus próprios interesses pessoais. É aquele tipo de tensão política que transforma o tabuleiro em um campo de batalha diplomático.

Já a Terceira Cruzada foca em um duelo direto para dois jogadores, sendo mais contida e focada no embate militar. Os cercos são fundamentais aqui, e o combate é resolvido através daquelas clássicas tabelas de proporção (CRT) que fazem qualquer veterano de wargame se sentir em casa. O mapa cobre uma área vasta, do sudeste da Ásia Menor até o norte do Egito, oferecendo um escopo geográfico que realmente ajuda a visualizar a escala do conflito. Embora seja um jogo que exige paciência e tempo — especialmente pela escrita de ordens — ele é uma das representações mais detalhadas e atmosféricas das Cruzadas já feitas. Se você gosta de simulações que levam a história a sério e não tem medo de uma partida que dura uma tarde inteira, este é um clássico que todo entusiasta deveria conhecer, mesmo que hoje existam opções mais modernas no mercado.

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Detalhes do jogo

Mecânicas, categorias, famílias e créditos

Famílias

Componentes: Mapa (Escala Continental/Nacional) Figuras Históricas: Ricardo I História: Cruzadas Região: Mar Mediterrâneo Região: Oriente Médio Revista: Strategy & Tactics
Editora SPI (Simulations Publications, Inc.)
Designer Richard H. Berg
Ilustrador Redmond Aksel Simonsen

Comunidade

Dados do BoardGameGeek e da Ludopedia

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Perguntas Frequentes

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5 perguntas
O jogo é muito difícil de aprender?
Ele tem um peso considerável. Se você não está acostumado com wargames da era SPI, a complexidade das regras e o sistema de ordens escritas podem ser um desafio inicial.
Quanto tempo dura uma partida?
Prepare-se para uma maratona. O cenário da Primeira Cruzada é especialmente longo e pode facilmente consumir uma tarde inteira ou mais.
Dá para jogar sozinho?
Embora seja um jogo de estratégia, ele foi desenhado para múltiplos jogadores, especialmente o cenário da Primeira Cruzada, que depende da interação política.
Como funciona o combate?
O combate utiliza tabelas de resultados baseadas na proporção de forças (CRT) e rolagens de dados, seguindo o padrão clássico dos wargames da década de 70.
O jogo é cooperativo ou competitivo?
Depende do cenário! Na Primeira Cruzada, os jogadores precisam cooperar para vencer a campanha, mas cada um persegue seus próprios objetivos secretos, criando um clima de desconfiança.

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