—
nota
Ludopedia
6.7
nota
BGG
Nosso Veredicto
Se você curte um truco rápido com temática cultural, Anansi vai te fisgar; a combinação de lances e seguidores deixa tudo mais estratégico.
Pontos positivos
- Truques dinâmicos
- Lances preditivos
- Arte vibrante
Pontos de atenção
- Trunfo muda muito
- Requer atenção constante
RECOMENDADO
Manual de regras ainda não indexado
Envie o PDF do manual para fazer perguntas sobre regras deste jogo com IA.
Anansi traz a lenda do famoso trapaceiro aranha para a mesa em um jogo de cartas ágil e cheio de reviravoltas. Cada partida representa a busca de Anansi por histórias: os truques são contos que valem pontos, mas só os que forem “contados” – isto é, combinados com seguidores – rendem a maior parte da pontuação. As cartas têm duas faces de uso: você pode jogá‑las para participar do truque ou descartá‑las para ganhar seguidores, que são marcadores que podem ser emparelhados com histórias posteriores. O truque vencedor depende de um naipe de trunfo que pode mudar várias vezes ao longo da rodada, já que cartas jogadas para ganhar seguidores podem alterar o trunfo. Isso obriga o grupo a ficar de olho nas mudanças e a adaptar a estratégia a cada jogada.
O elemento de lance preditivo entra quando todos devem anunciar quantos truques pretendem ganhar antes de começar a rodada. Cumprir a própria previsão garante bônus, enquanto errar pode custar pontos. Assim, o jogo mistura a tensão de um clássico de truco com a necessidade de planejar à frente, quase como um whist reinventado. Os componentes são simples – um baralho de 72 cartas ilustradas com arte vibrante de Dayo Baiyegunhi (Nigéria) e Emmanuel Mdlalose (África do Sul) – mas o visual metálico roxo do verso dá um toque premium. Em 25 a 35 minutos, de 3 a 5 jogadores, Anansi entrega uma experiência leve, estratégica e cheia de humor, ideal para quem curte jogos de cartas que exigem tanto previsão quanto adaptação. Se você gosta de histórias, mitologia africana e de virar o jogo com um simples descarte, vai achar o ritmo do jogo irresistível.
O elemento de lance preditivo entra quando todos devem anunciar quantos truques pretendem ganhar antes de começar a rodada. Cumprir a própria previsão garante bônus, enquanto errar pode custar pontos. Assim, o jogo mistura a tensão de um clássico de truco com a necessidade de planejar à frente, quase como um whist reinventado. Os componentes são simples – um baralho de 72 cartas ilustradas com arte vibrante de Dayo Baiyegunhi (Nigéria) e Emmanuel Mdlalose (África do Sul) – mas o visual metálico roxo do verso dá um toque premium. Em 25 a 35 minutos, de 3 a 5 jogadores, Anansi entrega uma experiência leve, estratégica e cheia de humor, ideal para quem curte jogos de cartas que exigem tanto previsão quanto adaptação. Se você gosta de histórias, mitologia africana e de virar o jogo com um simples descarte, vai achar o ritmo do jogo irresistível.
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Mecânicas
Categorias
Famílias
Editora
Blackrock Games, HeidelBÄR Games
Designer
Cyril Blondel, Jim Dratwa
Ilustrador
Dayo Baiyegunhi, Emmanuel Mdlalose, Virginie Rapiat
Quantos jogadores podem participar?
De 3 a 5 jogadores.
Quanto tempo dura uma partida?
Entre 25 e 35 minutos, dependendo do número de jogadores.
Qual o nível de complexidade?
Leve a moderado (peso BGG 1,7/5), fácil de aprender e com profundidade estratégica.
Quais componentes vêm na caixa?
Um baralho de 72 cartas ilustradas, marcador de seguidores e regras em português e inglês.
Para quem o jogo é indicado?
Ideal para amantes de jogos de cartas, mitologia africana e quem gosta de combinar previsão com adaptação.