7,9
nota
Ludopedia
7.0
nota
BGG
Nosso Veredicto
Ideal para quem ama jogos de traição e política, com um clima de tensão constante e humor ácido.
Pontos positivos
- Dinâmica de influência secreta genial
- Temática imersiva e satírica
- Interação direta e agressiva entre jogadores
- Alta rejogabilidade pelas diferentes versões
Pontos de atenção
- Sorte nos testes de saúde pode frustrar
- Curva de aprendizado inicial para novatos
RECOMENDADO
Manual de regras ainda não indexado
Envie o PDF do manual para fazer perguntas sobre regras deste jogo com IA.
Imagine que você é um operador das sombras nos corredores do Politburo soviético. Em Kremlin, o objetivo não é apenas governar, mas sobreviver a um jogo sádico de intrigas políticas onde a lealdade é um conceito inexistente. Você e seus adversários lutam pelo controle do Partido, mas a ferramenta de trabalho aqui é a influência secreta. No início, você define discretamente quanto poder tem sobre cada político disponível; quanto maior o número, maior a chance de você dar as ordens quando aquele personagem for acionado.
A dinâmica é fascinante: o jogo não segue a ordem tradicional de sentido horário. Em vez disso, ele avança por fases, e quem tiver a maior influência sobre o político da vez decide a ação. Quer promover seu aliado? Ótimo. Quer exilar um rival para a Sibéria ou promover uma purga sangrenta? É só mandar. Mas cuidado, pois o poder cansa. Cada ação faz o político envelhecer, e quanto mais velho, maior a chance de ele adoecer ou simplesmente bater as botas em um teste de saúde. É um ciclo constante de ascensão e queda.
Para vencer, você precisa controlar o Chefe do Partido e garantir que ele esteja saudável o suficiente para acenar para a multidão no desfile de outubro. Se conseguir fazer isso três vezes, a vitória é sua. Dependendo da edição que você jogar, a experiência muda: desde versões satíricas com nomes absurdos e regras que sugerem beber vodka em funerais, até versões históricas mais violentas onde a KGB não manda ninguém para a Sibéria, mas sim para a frente do pelotão de fuzilamento. É um jogo de blefe, gestão de risco e muita malícia política, perfeito para quem gosta de ver o caos acontecer enquanto tenta manter a própria cabeça no lugar.
A dinâmica é fascinante: o jogo não segue a ordem tradicional de sentido horário. Em vez disso, ele avança por fases, e quem tiver a maior influência sobre o político da vez decide a ação. Quer promover seu aliado? Ótimo. Quer exilar um rival para a Sibéria ou promover uma purga sangrenta? É só mandar. Mas cuidado, pois o poder cansa. Cada ação faz o político envelhecer, e quanto mais velho, maior a chance de ele adoecer ou simplesmente bater as botas em um teste de saúde. É um ciclo constante de ascensão e queda.
Para vencer, você precisa controlar o Chefe do Partido e garantir que ele esteja saudável o suficiente para acenar para a multidão no desfile de outubro. Se conseguir fazer isso três vezes, a vitória é sua. Dependendo da edição que você jogar, a experiência muda: desde versões satíricas com nomes absurdos e regras que sugerem beber vodka em funerais, até versões históricas mais violentas onde a KGB não manda ninguém para a Sibéria, mas sim para a frente do pelotão de fuzilamento. É um jogo de blefe, gestão de risco e muita malícia política, perfeito para quem gosta de ver o caos acontecer enquanto tenta manter a própria cabeça no lugar.
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Mecânicas
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Famílias
Editora
The Avalon Hill Game Co, Fata Morgana Spiele, New Games Order, LLC
Designer
Urs Hostettler
Ilustrador
Charles Kibler, George I. Parrish, Jr., Rasenjin Hayami, Res Brandenberger
O jogo é muito complexo?
Ele é considerado um jogo 'expert', mas a complexidade está mais na malícia e na estratégia do que em regras impossíveis. Com uma explicação básica, a galera pega rápido.
Quantas pessoas podem jogar?
De 3 a 6 jogadores. Quanto mais gente, mais caos e mais traições, o que torna a experiência ainda melhor.
Quanto tempo dura uma partida?
Geralmente em torno de 75 minutos, mas pode variar dependendo de quanto tempo vocês gastarem negociando e discutindo as purgas.
O jogo é indicado para quem não gosta de conflito?
Provavelmente não. Kremlin é sobre derrubar os outros, exilar amigos e trair aliados. Se você prefere jogos cooperativos, passe longe!
Preciso conhecer a história da URSS para jogar?
Não! O jogo funciona tanto com a versão satírica (com nomes fictícios) quanto com a histórica. O foco é a mecânica de poder, não um teste de história.