8,4
nota
Ludopedia
7.5
nota
BGG
Nosso Veredicto
Vai agradar quem já curte Tiny Epic Vikings e quer mais caos mitológico sem trocar de jogo. O grande charme é colocar gigantes, aliados e novos deuses para bagunçar a disputa por ilhas.
Pontos positivos
- Mais variedade estratégica
- Tema nórdico bem presente
- Novos deuses renovam partidas
- Pressão extra no mapa
Pontos de atenção
- Precisa do jogo-base
- Adiciona regras e leitura
- Melhor para quem já conhece
RECOMENDADO
Manual de regras ainda não indexado
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Tiny Epic Vikings: Ragnarok é uma expansão para Tiny Epic Vikings que pega a briga de clãs, ilhas e deuses do jogo-base e joga mais lenha mítica na fogueira. Aqui, o conflito sobe de escala: os Jötunn entram em cena ocupando ilhas, pressionando o mapa e atrapalhando a fúria divina que os jogadores tentam aproveitar. Em outras palavras, não basta só disputar espaço com os outros vikings; agora tem gigante querendo mandar no pedaço também.
A expansão adiciona novas ilhas para explorar e mexe diretamente na dinâmica de controle de área, que já é um dos corações do sistema. Como Tiny Epic Vikings trabalha com influência, maioria em regiões, gestão de mão, compra aberta e fechada, coleção de conjuntos e momentos de “rei da colina”, Ragnarok tende a empurrar os jogadores para decisões ainda mais apertadas: vale investir em uma ilha dominada por forças perigosas? É melhor segurar cartas para uma virada? Ou correr para montar combinações antes que alguém tome o espaço que você estava mirando?
Para equilibrar essa treta cósmica, chegam também Valquírias e Caçadores de Gigantes, aliados que entram ao lado dos seus vikings no combate contra os Jötunn. A expansão ainda traz seis novos deuses, aumentando a variedade de poderes, planos de jogo e caminhos estratégicos. Isso é especialmente legal para quem já rodou bastante o jogo-base e quer mais assimetria, mais surpresas e mais motivos para revisitar a caixa.
Apesar do nome grandioso, Ragnarok não transforma Tiny Epic Vikings em outro jogo; ele expande a mesma estrutura, adicionando uma camada temática e tática por cima. O peso continua em um nível intermediário amigável: dá para encarar em 45 a 60 minutos, com 1 a 4 jogadores, mas as novas interações pedem atenção. Se você curte mitologia nórdica, disputa por território e aquela sensação de “minha jogada perfeita acabou de ser esmagada por um gigante”, essa expansão mira bem no alvo.
A expansão adiciona novas ilhas para explorar e mexe diretamente na dinâmica de controle de área, que já é um dos corações do sistema. Como Tiny Epic Vikings trabalha com influência, maioria em regiões, gestão de mão, compra aberta e fechada, coleção de conjuntos e momentos de “rei da colina”, Ragnarok tende a empurrar os jogadores para decisões ainda mais apertadas: vale investir em uma ilha dominada por forças perigosas? É melhor segurar cartas para uma virada? Ou correr para montar combinações antes que alguém tome o espaço que você estava mirando?
Para equilibrar essa treta cósmica, chegam também Valquírias e Caçadores de Gigantes, aliados que entram ao lado dos seus vikings no combate contra os Jötunn. A expansão ainda traz seis novos deuses, aumentando a variedade de poderes, planos de jogo e caminhos estratégicos. Isso é especialmente legal para quem já rodou bastante o jogo-base e quer mais assimetria, mais surpresas e mais motivos para revisitar a caixa.
Apesar do nome grandioso, Ragnarok não transforma Tiny Epic Vikings em outro jogo; ele expande a mesma estrutura, adicionando uma camada temática e tática por cima. O peso continua em um nível intermediário amigável: dá para encarar em 45 a 60 minutos, com 1 a 4 jogadores, mas as novas interações pedem atenção. Se você curte mitologia nórdica, disputa por território e aquela sensação de “minha jogada perfeita acabou de ser esmagada por um gigante”, essa expansão mira bem no alvo.
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Mecânicas
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Famílias
Editora
Gamelyn Games, Galakta, Pixie Games
Designer
Scott Almes
Ilustrador
Nikoletta Vaszi
Tiny Epic Vikings: Ragnarok é um jogo completo?
Não. Ragnarok é uma expansão e precisa do Tiny Epic Vikings jogo-base para ser jogada.
Quantas pessoas podem jogar?
A experiência continua indicada para 1 a 4 jogadores, então dá para encarar solo ou com grupo pequeno.
Quanto tempo dura uma partida?
A estimativa fica em torno de 45 a 60 minutos, dependendo da familiaridade da mesa com o jogo-base e com os módulos da expansão.
A complexidade aumenta muito?
Aumenta um pouco, principalmente por causa dos Jötunn, Valquírias, Caçadores de Gigantes e novos deuses. Ainda é um peso intermediário, mas é melhor já conhecer o básico antes.
O que a expansão adiciona?
Ela traz gigantes Jötunn, Valquírias, Caçadores de Gigantes, novas ilhas e seis novos deuses para ampliar as estratégias e a variabilidade.
Para quem essa expansão é mais indicada?
Para quem gosta do jogo-base e quer mais disputa territorial, mais poderes diferentes e uma presença ainda maior da mitologia nórdica.
Tem dependência de idioma?
Segundo a referência da Ludopedia, a dependência é moderada, então cartas ou uma ajuda traduzida podem fazer diferença para alguns grupos.