8,1
nota
Ludopedia
7.3
nota
BGG
Nosso Veredicto
Ideal para festas e famílias que amam jogos de equilíbrio; a variedade de modos de jogo é o grande trunfo.
Pontos positivos
- Muitos modos de jogo diferentes
- Componentes táteis e coloridos
- Regras simples e rápidas
- Gera ótimos momentos sociais
Pontos de atenção
- Depende muito de coordenação motora
- Alguns modos são mais simples demais
RECOMENDADO
Manual de regras ainda não indexado
Envie o PDF do manual para fazer perguntas sobre regras deste jogo com IA.
Já pensou em transformar 'lixo' em obra de arte? É exatamente isso que rola em Junk Art! O jogo coloca a galera para testar a paciência e a mão firme em um desafio de empilhamento super colorido. A caixa vem recheada com mais de sessenta peças de madeira e plástico com formatos malucos, além de mais de dez modos de jogo diferentes, o que significa que a diversão não acaba rápido e cada partida pode ter uma dinâmica nova.
Para você entender a vibe: em uma das versões, todas as peças ficam espalhadas no centro da mesa. Cada jogador recebe algumas cartas que mostram quais peças existem. A parte engraçada (e cruel) acontece no turno: você oferece duas cartas para o vizinho da esquerda. Ele escolhe uma para guardar na mão e a outra obriga você a pegar a peça correspondente e adicionar à sua escultura. Sim, você pode ser forçado a colocar aquela peça quadrada gigante no topo de uma torre fininha!
O objetivo é simples: construir a obra de arte mais alta. Mas cuidado! Se a sua torre balançar e algumas peças caírem, elas ficam onde caíram e você tem que continuar construindo com o que sobrou de pé. É aquele tipo de jogo que gera gargalhadas, tensão e aquele momento de silêncio absoluto enquanto todo mundo prende a respiração para ver se a torre aguenta mais um nível. É perfeito para quem quer fugir de manuais complexos e partir para a ação física, misturando um pouco de estratégia de gestão de cartas com a pura sorte (ou azar) de quem escolhe a peça para você.
Para você entender a vibe: em uma das versões, todas as peças ficam espalhadas no centro da mesa. Cada jogador recebe algumas cartas que mostram quais peças existem. A parte engraçada (e cruel) acontece no turno: você oferece duas cartas para o vizinho da esquerda. Ele escolhe uma para guardar na mão e a outra obriga você a pegar a peça correspondente e adicionar à sua escultura. Sim, você pode ser forçado a colocar aquela peça quadrada gigante no topo de uma torre fininha!
O objetivo é simples: construir a obra de arte mais alta. Mas cuidado! Se a sua torre balançar e algumas peças caírem, elas ficam onde caíram e você tem que continuar construindo com o que sobrou de pé. É aquele tipo de jogo que gera gargalhadas, tensão e aquele momento de silêncio absoluto enquanto todo mundo prende a respiração para ver se a torre aguenta mais um nível. É perfeito para quem quer fugir de manuais complexos e partir para a ação física, misturando um pouco de estratégia de gestão de cartas com a pura sorte (ou azar) de quem escolhe a peça para você.
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Mecânicas
Categorias
Famílias
Editora
Pretzel Games, Hobby Japan, Kaissa Chess & Games, Ludonova, MINDOK, Plan B Games
Designer
Jay Cormier, Sen-Foong Lim
Ilustrador
Chris Quilliams, Philippe Guérin
O jogo é difícil de aprender?
Nada! As regras são super simples e intuitivas, ideal para quem não quer ler manuais gigantes.
Dá para jogar com crianças?
Com certeza! É um jogo excelente para crianças, pois trabalha a coordenação motora e é visualmente atraente.
Quanto tempo dura uma partida?
Bem rápido, cerca de 30 minutos, o que torna o jogo ótimo para repetir várias vezes.
Quantas pessoas podem jogar?
De 2 a 6 jogadores, sendo ótimo para grupos maiores por causa da dinâmica de interação.
O jogo é complexo?
Não, o peso é baixo. O desafio está mais na precisão física do que em estratégias profundas.
Os componentes são de qualidade?
Sim, as peças de madeira e plástico são coloridas e resistentes, feitas para aguentar as quedas constantes.