9,2
nota
Ludopedia
8.6
nota
BGG
Nosso Veredicto
Perfeito para quem ama roguelikes e quer a tensão de montar combos épicos com os amigos. O loop de 'morrer e tentar de novo' funciona muito bem no tabuleiro!
Pontos positivos
- Construção de deck extremamente satisfatória
- Sinergia cooperativa bem implementada
- Fiel à alma do jogo digital
- Progressão de dificuldade instigante
Pontos de atenção
- Curva de aprendizado inicial exists
- Dependência de idioma alta (inglês)
ALTAMENTE RECOMENDADO
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Slay the Spire: O Jogo de Tabuleiro traz para a mesa a experiência viciante do aclamado roguelike digital. Aqui, você e seus amigos formam um grupo cooperativo com a missão de escalar a imensa torre e derrotar seus guardiões. Cada jogador assume um personagem com habilidades únicas, começando com um baralho básico de cartas que evolui conforme a jornada avança. A graça está na construção do deck: você vai adicionando cartas poderosas e removendo aquelas que só atrapalham, criando combos devastadores para enfrentar criaturas cada vez mais bizarras.
Mas não se engane: a experiência é cruel. Como todo bom roguelike, a morte é parte do aprendizado. Se o HP de um jogador chega a zero, a festa acaba e a derrota é coletiva. A ideia é justamente essa: você vai falhar, vai morrer, mas voltará com a experiência necessária para planejar melhor suas jogadas e chegar mais longe na próxima tentativa. O jogo é estruturado em Atos, permitindo que você decida se quer encarar o desafio de uma vez só ou salvar o progresso para continuar depois.
O objetivo final é derrubar o Boss do último Ato, mas a flexibilidade do jogo permite que você defina qual chefe será o 'final' dependendo de quanto tempo quer dedicar à sessão. Com uma mistura de gestão de mão, rolagem de dados e decisões estratégicas simultâneas, o jogo consegue traduzir a tensão de 'estou quase conseguindo!' do videogame para os componentes físicos. É um desafio de adaptação constante onde a sorte dos dados e a sinergia do seu baralho determinam se você será a lenda que domina o Pináculo ou apenas mais um aventureiro esquecido nos corredores da torre.
Mas não se engane: a experiência é cruel. Como todo bom roguelike, a morte é parte do aprendizado. Se o HP de um jogador chega a zero, a festa acaba e a derrota é coletiva. A ideia é justamente essa: você vai falhar, vai morrer, mas voltará com a experiência necessária para planejar melhor suas jogadas e chegar mais longe na próxima tentativa. O jogo é estruturado em Atos, permitindo que você decida se quer encarar o desafio de uma vez só ou salvar o progresso para continuar depois.
O objetivo final é derrubar o Boss do último Ato, mas a flexibilidade do jogo permite que você defina qual chefe será o 'final' dependendo de quanto tempo quer dedicar à sessão. Com uma mistura de gestão de mão, rolagem de dados e decisões estratégicas simultâneas, o jogo consegue traduzir a tensão de 'estou quase conseguindo!' do videogame para os componentes físicos. É um desafio de adaptação constante onde a sorte dos dados e a sinergia do seu baralho determinam se você será a lenda que domina o Pináculo ou apenas mais um aventureiro esquecido nos corredores da torre.
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Mecânicas
Categorias
Famílias
Editora
Contention Games, Ediciones MasQueOca, Grok Games, Korea Boardgames, Lavka Games, Matagot, MINDOK, Nice Game Publishing, Portal Games, Yayoi The Dreamer, YOKA Games, 株式会社ケンビル (KenBill)
Designer
Anthony Giovannetti, Casey Yano, Gary Dworetsky
Ilustrador
Anailis Dorta, Bruce Brenneise, Jose David Lanza Cebrian
O jogo é muito difícil? Vou morrer toda hora?
Sim, e isso faz parte da diversão! É um roguelike, então a morte é a maneira como você aprende as mecânicas e as fraquezas dos inimigos.
Dá para jogar sozinho?
Com certeza! O jogo tem regras sólidas para o modo solo, sendo excelente para quem curte desafios de estratégia individual.
Quanto tempo dura uma partida?
Varia muito. Uma sessão rápida pode levar 30 min, mas se quiser completar a torre inteira, prepare-se para até 150 min.
Preciso conhecer o videogame para jogar?
Não, mas quem conhece vai se sentir em casa. O jogo é autossuficiente e ensina suas mecânicas do zero.
O jogo é complexo?
Tem um peso médio (2.9 no BGG). Não é um jogo casual, mas nada impossível para quem já jogou algum deck-builder.
O idioma atrapalha?
Sim, a dependência de idioma é alta. Se você não domina o inglês, precisará de alguém que traduza as cartas durante a partida.